PERGUNTAS E RESPOSTAS

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É POSSÍVEL PREVENIR O CÂNCER COM A ALIMENTAÇÃO?

Sim!

Recentemente, uma pesquisa do Fundo Mundial para Pesquisas de Câncer (WCRF) junto com o Instituto Americano para a Pesquisa do Câncer (AICR) identificou que mais de 50% dos cânceres tem um componente nutricional. Ou seja, a boa alimentação é extremamente necessária para a saúde dos genes. 

Outras evidências têm mostrado que entre outros fatores, a alimentação tem um papel importante nos estágios de iniciação, promoção e propagação do câncer, sendo que uma dieta adequada poderia prevenir de três a quatro milhões de casos novos de cânceres a cada ano. 

E como se explica a estreita relação entre alimentação e câncer?

Há cerca de 150 anos se observou que o câncer tende a ocorrer em locais de inflamação crônica. Vários estudos já estabeleceram o papel do fator nuclear NF-κB como um modulador chave da inflamação no câncer. Sabe-se que o desenvolvimento de doenças crônicas – como, por exemplo, do câncer – a partir da inflamação pode ser um processo desencadeado pelas células inflamatórias, bem como por uma variedade de mediadores, incluindo citocinas, quimiocinas e enzimas, que, juntos, estabelecem um microambiente inflamatório. Especificamente no câncer, essa resposta, embora possa suprimir o tumor, também pode facilitar o seu desenvolvimento por meio de múltiplas vias sinalizadoras. 

Diante disto, o que comer e o que não comer para prevenir o aparecimento de câncer?

EVITAR O CONSUMO:

Dietas ricas em carboidratos refinados, açúcares e ácidos graxos trans e pobres em ácidos graxos ômega-3, antioxidantes naturais e fibras provenientes de frutas, vegetais e grãos integrais pode promover uma ativação do sistema imune inato, por meio de uma produção excessiva de citocinas pró-inflamatórias associada à redução da produção de citocinas anti-inflamatórias.

AUMENTAR O CONSUMO:

Há inúmeros compostos bioativos presentes nos alimentos funcionais capazes de modular a inflamação por meio da inativação do NF-κB, tais como: ácidos graxos ômega-3 (peixes e linhaça), lignanas (linhaça), beta-glucanas (aveia), antocianinas (frutas avermelhadas), licopeno (frutas e vegetais avermelhados) e catequinas (chá verde). As estratégias dietéticas associadas com a redução da geração de inflamação devem incluir um adequado consumo de ácidos graxos ômega-3, a redução do consumo de ácidos graxos saturados e trans, além de maior ingestão de frutas, vegetais, oleaginosas e grãos integrais, com redução do consumo de grãos refinados.


É sua vez de se alimentar corretamente e com saúde!