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POSSO COMER OVO TODOS OS DIAS OU ISSO ALTERA OS NÍVEIS DE COLESTEROL SANGUÍNEO?

Algumas pessoas, como os que apresentam intolerância ou alergia, diabéticos e aqueles que já sofreram infartos, devem ser cautelosos. Aos demais indivíduos a mensagem é clara: o ovo está liberado quando preparado da forma adequada. Infelizmente, sem possibilidade de indenização para quem sentiu sua falta no prato esses anos todos.

Devido ao seu perfil nutricional, o ovo não só pode como deve fazer parte da dieta.  Entretanto, para obter seus efeitos benéficos, é importante considerar a técnica dietética aplicada durante o processamento, bem como a ingestão proteica total da dieta. Os ovos devem ser preparados cozidos, mexidos, pochê ou na forma de omelete (sem ou com pouco óleo).

Mas e o colesterol presente na gema?

Realmente um único ovo tem em média 210 miligramas de colesterol, enquanto a recomendação diária para uma pessoa saudável é de 300 miligramas. Entretanto, a quantidade de colesterol de um alimento não tem impacto direto sobre o colesterol sanguíneo. O mecanismo de aumento do colesterol é muito mais complexo e depende de diversos fatores como, por exemplo, genética, consumo de gorduras saturadas e trans, sedentarismo e baixa ingestão de fibras.

Principalmente a partir da década de 90, vários estudos desmistificando a má fama do ovo começaram a ser publicados.

Qureshi e colaboradores (2006), em uma pesquisa envolvendo 9.734 pessoas de 25 a 74 anos acompanhadas durante duas décadas, demonstraram não haver relação entre o consumo regular de ovos e o aumento da incidência de doenças cardiovasculares. Não houve diferença entre aqueles que comiam um ovo ou mais por dia em comparação com quem não comia nenhum.

Jiang e colaboradores (2001) destacam uma substância presente nos ovos chamada fosfolipídeo, capaz de interferir na absorção do colesterol, impedindo sua captação pelo intestino e consequentemente o transporte da substância para o sangue.

Mc Namara (2000) observou que uma redução no consumo dietético de ovo, ocorrida nos EUA entre 1970 e 1995, contribuiu com apenas 3% na queda dos níveis plasmáticos de colesterol.

Hu e colaboradores (1999) observaram, em estudo com 117 mil profissionais de saúde, que não há diferenças no risco relativo de doenças cardiovasculares entre os indivíduos que consomem menos de um ovo por semana e os que consomem mais de um ovo por dia.

Kritchevsky & Kritchevsky (2000) observaram que o consumo de um ovo por dia não tem relação com o risco de doenças cardiovasculares.

É importante lembrar também que o ovo caipira é muito mais interessante nutricionalmente quando comparado ao de granja por conter maior teor de vitamina A e betacaroteno, quantidade muito menor de hormônios e menor risco de ser contaminado por Salmonella.

E lembre-se: EQUILÍBRIO SEMPRE!

 


É sua vez de se alimentar corretamente e com saúde!